Direito à Resposta

Na sequência do Post Direito à Mudança abaixo reproduzimos integralmente Comentário do visado:

“Efectivamente é o mesmo. Salvo a afirmação que faz que além de descontextualizada não é correcta, o que foi dito ao Sr Presidente da Junta é que “estava ali para fazer trabalho técnico e não político”, que foi feito e aprovado. Aliás, se quisesse enveredar pela carreira política tinha-o feito há muito, não estava a trabalhar como técnico há cerca de 28 anos, para agora me candidatar à Assembleia Municipal de Anadia.

Será que em Portugal se forma um político profissional numa semana ou mesmo num dia?

sidonio
Quanto ao terreno de S.Jorge de Milreu o processo está disponível para consulta – basta para isso dirigir-se aos serviços – o que parece não ser corrente nas mentes mais preversas. HÁBITOS de TRANSPARÊNCIA do SERVIÇO PÚBLICO.
O facto de alguém se apresentar como candidato não o transforma de imediato num político, como qualquer leigo entende, permite-lhe é exercer os seus direitos de cidadania. Ou não vivemos numa democracia?

Pretendo unicamente transmitir, os conhecimentos que adquiri, mantendo a minha actividade profissional. Como tenho sido acusado continuadamente de ter elaborado um PDM que decorridos 15 anos está obsoleto, claro  que tem de estar pois deveria ter sido revisto ao fim de 5 anos, resolvi dar uma “mãozinha”, pois pelas declarações feitas parece que só eu posso fazê-lo.
Compreendo que não é normal, aqui ninguém faz nada sem 2ªs intenções, o que não é claramente o meu propósito.
Pena é que ninguém tenha tomado qualquer posição pública, ao longo de 12 anos, enquanto fui sendo constantemente acusado pela reponsabilidade do PDM de Anadia, mais que não fosse para denunciar o facto de não “estarem interessados” em fazer a dita revisão, prejudicando muitos munícipes de Anadia.”

SIDÓNIO SIMÕES

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Uma resposta to “Direito à Resposta”

  1. albino alhota Says:

    “(…)Podem esperar dele a mesma seriedade e entrega (…)”. Estas foram as palavras que V.ª Ex.ª proferiu na noite das eleições no Parque Verde da Cidade, e que gritam nos ouvidos de muitos Munícipes atentos.
    O famoso FEUDO do Centro Histórico vai sendo conhecido pelos Jornais e em grande destaque, mas deve isso ao esforço da obra de alguns vassalos, porque outros pavoneiam-se.
    Depois há um súbdito de seu nome motorista que abusa e se deixa usar, por certo a troco de protecção e alguns mantimentos.
    Uma outra vassala que vive na corte deste Senhor Engenheiro é uma tal de ama-seca viperina que extravasa largamente a área da sua actividade, com o retorno, claro, de certos privilégios.
    É agradável entrar no Santuário do Sr. Feudo e ouvir frequentemente os URROS ensurdecedores que esse Senhor Engenheiro dirige à sua PLEBE.
    Será que por isso é que uns vassalos abalaram do Santuário?
    Nada como saber receber para alegrar um espírito velho e cansado.
    Terá assim tanto trabalho este Feudo? Ou será, que um certo trabalho dito “individual” é que ocupa o tempo de serviço?
    Será que o Senhor Feudo já manda mais que seu Rei? Pelo menos gaba-se disso.
    Quando é que este regime vem abaixo e a República é festejada? Espero, que para o bem de todos, seja para BREVE, Sr. Presidente.

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